Somos mulheres acima dos 40 anos. Algumas são mães, algumas tem empregos fixos, algumas tem carro, algumas tem relacionamento amoroso, algumas são brasileiras, algumas já escreveram blogs… e todas tem um mote comum: querer mais Vida! Vivemos em uma comunidade na zona rural de Viamão, Rio Grande do Sul, com outras 75 pessoas com quem compartilhamos a vida, meditamos e nos ajudamos a crescer. E crescer é um motivo básico pra esse blog existir. Parece que crescer, se descobrir, expandir como pessoa é coisa pra quando se é jovem… bem, estamos determinadas a desafiar esse condicionamento que parece ter fincado raízes na nossa cultura. Somos mulheres vivas, tesudas, com corpos e corações disponíveis pra viver intensamente os próximos capítulos da vida.
Neste blog queremos conversar sobre as questões que nos tocam. Sim, conversar, pois queremos muito o retorno de quem lê, pra gente ir aprendendo junto, criando junto uma vida onde ninguém tenha que se acomodar porque chegou nos 40, 50, 60…
A gente não fez e aconteceu uma vida inteira pra chegar aos 40 e “caretear”, enfiar os desejos mais ardentes do coração da gente num saco e vestir as pantufas da segurança, usufruindo do sossego tedioso de uma vida sem desafios. Quem se identificar com nossa vibe é muito bem-vindo a ler, comentar, entrar em contato com a gente. Apesar de sermos um grupo de mulheres, os homens são muito bem-vindos a participar do blog!
Esperamos que você se divirta e se incomode com nossos textos!

Gostei muito do conteúdo e do propósito do blog. Enfim….navegar é preciso….mas VIVER é mais aínda! Parabens
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ah, que legal! muito obrigada pelo teu retorno!
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Pelo que vi naquela série do Osho no Netflix, o que mais incomodava verdadeiramente a sociedade americana no Oregon era o “sexo livre” e a liberdade das pessoas serem o que quisessem no Rajnishporun….rsrsrs. Aquilo era uma afronta a sociedade judaico-cristã americana, que não permitiria de nenhuma maneira ver sua “fachada de felicidade”, seu modelo de sociedade ser ameaçado ou derrubado pelos “vermelhos”…
Na minha opinião sexo é vida e energia pulsante criativa que deve ser exercida na plenitude com sabedoria. Pode nos dar “acesso” ao inconsciente, aos arquétipos e suas forças primitivas e poderosas, nos permitindo conhecer melhor a nós mesmos e aos outros.
No México chamam o orgasmo de “pequena morte” e não é atoa que sexo, morte e sonhos são vistos como tabu ou com certo desdém no mundo cristão, que tem por objetivo oculto escravizar o ser humano em seu modelinho de “vida e de felicidade” e tornando-o um mero consumidor de produtos e serviços! Por isso qualquer visão que se contraponha a este modelo é muito bem vinda, principalmente agora neste momento retrógrado que circula no Brasil e no mundo. Mas oxalá!!!!.…: ” é impossível viver no país de Deus, isso eu te dou de “” barato”” , mas atravessar o gramado de Deus em bicicleta isso não é impossível não” ( trecho do poema Fevereiro de Matilde Campilho). Sei que temos que dar uma “curva neste tempo’ e vivermos nossa liberdade na plenitude, mesmo que isso incomode uma maioria! Rsrsrs…
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é por aí, Deniandro! todas as “curvas” criam uma nova direção… então, que seja a direção que a nossa natureza pede!
legal a tua compreensão da série do netflix, eu também fiquei impressionada com o moralismo imperante que foi o principal fator de repúdio por parte dos moradores da cidadezinha. lá se vão 30 anos daquele acontecido, mas sexo continua sendo dos tabus favoritos!
e se incomodarmos a maioria, aí estamos fazendo alguma coisa certa, porque a acomodação vigente acaba matando tudo que é vivo e belo nesse mundo!
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